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Boca no Trombone

04/01/2019 - boca-no-trombone /Edição 1918
Curva perigosa
Uma curva na Avenida Paranapuan, próximo a Padaria Oceano, precisa de um redutor de velocidade. O risco de acidentes envolvendo pedestres é enorme, já que a calçada é bem estreita. De madrugada, motos passam voadas pelo local. Bruno Conceição, via WhatsApp.
 
Frescão sem ar
Acho um absurdo pagarmos R$ 12 de passagem no frescão e não termos um ônibus de qualidade. Já peguei um da frota da Paranapuan que estava com o ar condicionado desligado ou quebrado. Desrespeito total com o passageiro que paga caro pelo serviço. Leandro Moraes, via Facebook.
 
Asfalto liso
A Rua Doutor Manoel Marreiros, nos Bancários, próximo ao campo do INPS merece um pouco mais de cuidado. Alguns buracos se abriram na via, e o parquinho enche de lama em dias de chuvas. Ana Karolina, via Facebook.
 
Lixão na praia
A Praia dos Bancários precisa de uma limpeza urgente. Muitas crianças usam o local para se divertir e se deparam com uma montanha de lixo e mau cheiro, junto com muitos bichos. Mesmo com as festas de fim de ano, não podemos esquecer de cuidar do nosso bairro. Céia Dias, via WhatsApp.
 
Mau exemplo
Já vi alguns coletivos entrando pela contramão na Praça Calcutá, na Freguesia, para cortar caminho na parte da manhã. É um mau exemplo para os demais motoristas, que adoram dar uma de espertos. João Carvalho, via Facebook.
 
Retorno perigoso
O retorno próximo à garagem da Ideal, que liga a Avenida Cel. Luiz Oliveira Sampaio com a Estrada do Galeão, não tem sinalização e é um perigo para quem não conhece a área. Alguns carros estacionados e caminhões tampam a visão do motorista. Anderson Martins, via Facebook.
 
Mau atendimento
Algumas farmácias da Ilha não respeitam o direito dos idosos de fila preferencial. Já fui em duas na Estrada do Galeão que dizem que a fila é única, ou seja, não tem prioridade. Esse direito é reconhecido em todos os estabelecimentos que vou. Paulo Roberto, via WhatsApp.
 
Defeito nos ônibus
Os elevadores dos ônibus da Paranapuan simplesmente não funcionam. Pego diariamente para trabalhar o 634, e já presenciei passageiros com necessidades especiais querendo entrar mas tendo dificuldades por conta disso. Eles têm que contar com a sorte de alguém ajuda-los a embarcar pela escada e ainda pagam passagem. Raquel Santos, via Facebook.
 
Imprudentes
Do que adianta semáforos se ninguém respeita? Um dos lugares que mais têm acidentes por conta das imprudências dos motoristas é na Avenida Agenor de Almeida Loyola, nos Bancários. Impressionante como ninguém respeita ninguém. Marcelo Pontes, via Facebook.
 
Pichadores
Não entendo a cabeça dos pichadores da região. Eles insistem em depredar patrimônios públicos e particulares, deixando os aspectos das ruas horríveis. Além de multas, as autoridades deveriam obrigar esses marginais a limparem o local. Augusto Torres, via WhatsApp.
 
Irregularidade
Impossível andar pelas calçadas da Estrada do Dendê, por causa dos motoristas que insistem em parar seus carros “rapidinho” em qualquer lugar. Quando chega na Rua Eutíquio Soledade, a situação piora por conta de uma oficina. Até quando? Maria Aparecida, via WhatsApp.
 
Lixo demais
Mesmo com caçambas de lixo da Comlurb, a calçada da Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Estrada do Dendê, fica cheia de lixo. Os moradores são obrigados a passar pelo meio da rua, para não pisarem em restos de comida e entulhos. Marcela Fagundes, via WhatsApp.
 
Insegurança
Fico insegura toda vez que alguém entra pela porta traseira do ônibus. Com tantas histórias de assaltos, ficamos apreensivos sempre que alguém força a entrada. Os motoristas deveriam ser mais rigorosos quanto a isso, pois colocam nossa segurança em risco. Fernanda Guimarães, via WhatsApp.
 
São Bento
A prefeitura precisa dar mais atenção à Praia de São Bento. A orla está toda suja e algumas partes cedendo com o tempo. Nunca vi nenhum tipo de revitalização lá, e moro há anos no Galeão. Helio Souza, via Facebook.
 
Choque geral
Após sair do Ilha Plaza Shopping, peguei uma van em direção a Freguesia e o motorista parava, pelo menos, 10 minutos em cada ponto para esperar passageiros. A van já estava lotada, sem ar condicionado e ainda tinha gente insistindo para entrar. É preciso um choque de ordem para todos os transportes coletivos da região. Marleide Silva, via WhatsApp.
 
Buracos
Ao caminhar pela orla do Cocotá até a Freguesia, vi inúmeros buracos na calçada. Em vez de apreciar a vista, precisamos prestar atenção para não cair e se machucar. Fico imaginando a dificuldade de um idoso de passar pelo local, pois pela rua também é inviável. Cintia Vieira, via Facebook.
 
Passarela suja
A passarela do Extra está cada dia mais suja. Os moradores de rua que residem ali fazem sujeira e espalham tudo para o meio do caminho. Rogerio Campos, via Facebook.



Veja Também

Boca no Trombone - Frequentemente os usuários da linha Galeão x Alvorada do BRT, sofrem com a falta de ar-condicionado no transporte. Quando o número de passageiros aumenta, o calor piora. Não aguentamos mais. Maurício Belmiro, via Twitter.

Boca no Trombone - Tem uns galhos presos por cordas na rede elétrica na Rua Acaituba em frente ao Restaurante e Pizzaria Brasas Grill, no Jardim Carioca. Desde a tempestade da quarta-feira de cinzas do ano passado, que os galhos permanecem no local. Está um perigo pois ficam carros e pedestres parados embaixo. Marcelo Candido, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Desordem no Aterro No domingo de carnaval (3), estava no Aterro do Cocotá, quando duas motos entraram em alta velocidade na pista destinada à caminhada. Além disso, jovens usam drogas nas pistas de skate, deixando um cheiro horrível no local. Fico indignado com esta situação. Jéssica Dutra, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Atrás do quiosque do Moreno, na Praia da Bica, existe um chuveiro que está desperdiçando água. O chuveiro simplesmente não fecha e o problema ocorre há quase um mês. Em um país onde muitos enfrentam dificuldades, é revoltante isto acontecer. Libriana Ferreira, via WhatsApp.

Boca no Trombone -

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.


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