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Boca no Trombone

14/12/2018 - boca-no-trombone /Edição 1915
Infrações
Os sinais da Praça dos Bancários precisam de câmeras para fiscalização. É um absurdo os avanços de sinais e desordem dos motoristas de ônibus e vans. As pessoas tentam atravessar e não conseguem, e de carro o cuidado deve ser redobrado. Ana Paula Cruz, via Facebook.

Via perigosa
Precisamos de fiscalização na Estrada de Tubiacanga. Corrida de cavalos a toda hora e crianças correndo no meio da estrada. A obra ficou ótima, porém falta fiscalização contra a desordem. Marcelo de Moraes, via Facebook.

Limpeza de bueiros
A esquina das ruas Caricé e Quatis, no Tauá, toda vez que chove vira um rio. Apesar de várias solicitações no 1746 para a limpeza dos bueiros, nenhum serviço foi realizado. É só chover um pouco para o transtorno começar. Alan Santos, via Facebook.

Rua Náutica
Há um buraco aberto há mais de um mês na esquina da Rua Náutica com a Rua Praia de Olaria, na Praia da Bandeira. O buraco vai, praticamente, de um lado ao outro da rua. Paulo Amaral, via Facebook.
Sujismundos
Os moradores que residem em frente à Praia dos Bancários não aguentam mais tanto abandono. Além de animais que são abandonados, barcos velhos são largados na beira d’água. Os próprios pescadores que jogam lixo e restos da pescaria, como se já não bastasse o lixo vindo dos trailers. Marinho Santanna, via WhatsApp.

Conservação
Os equipamentos das Academias da 3ª Idade precisam de manutenção. No bairro do Cocotá e Zumbi, além de alguns equipamentos estarem quebrados, o mato está alto. O lugar é muito frequentado por idosos, e pode ocasionar algum tipo de acidente. Edmilson Arêas, via WhatsApp.

Depósito de lixo
A Rua Mileto Maciel, perto do 487, mais parece um depósito de lixo e de carros abandonados. A Comlurb faz a limpeza, mas não demora muito para o local ficar sujo de novo. Marco Santana, via WhatsApp. 

Sauna móvel
Se depender de qualquer ônibus da Paranapuan nesse calor é quase um suicídio. Os carros sujos, caindo aos pedaços e sem ar condicionado. De manhã, você já chega suando no trabalho. Isso quando não somos obrigados a dividir espaço com insetos. Até os frescões são de má qualidade. Absurdo, cadê a fiscalização? Amanda Moraes, via Facebook.

Confusão
Todos os dias na Rua Jaime Ovale em frente ao Colégio Iglesias, no Jardim Guanabara, o trânsito vira uma loucura. Pais vão pegar seus filhos e não respeitam os demais motoristas, param seus carros em qualquer lugar, até na contramão. Guilherme Barros, via WhatsApp.

Cadê o 935?
Muito ruim depender de um ônibus fantasma, como é o 935 (Portuguesa x Ribeira). Só após esperar quase uma hora ele aparece. As vans não aceitarem os cartões gratuidade e tudo fica mais difícil. Temos o direito de usá-lo, mas só os ônibus aceitam. Antônio Fonseca, via WhatsApp.

Bagunça
Alguns alunos de uma escola pública, próxima a Rua Cambaúba, fazem uma algazarra todos os dias para pegar o ônibus. Xingam, gritam e se agridem para subir no veículo, tudo isso na frente dos demais passageiros. Uma falta de respeito. Rogério Gomes, via Facebook.

E os ônibus? 
É um absurdo a pouca quantidade de ônibus que vai pela Linha Vermelha de manhã. As empresas sabem da preferência dos passageiros pela via expressa, e mesmo assim lotam de ônibus pela Avenida Brasil. Com poucos carros, todos vêm cheios e enfrentamos o calor durante os engarrafamentos do centro da cidade. Joice Pereira, via Facebook.

Sinal para as barcas
A rua Praia de Olaria em frente ao Aterro do Cocotá, precisa de um sinal para travessia dos pedestres. Sempre uso as barcas e preciso atravessar contando com a boa vontade dos motoristas que sempre estão em alta velocidade. Ana Carolina Fortes, via Facebook.

Os donos das ruas
A bagunça das vans em frente ao Ilha Plaza gera transtornos para os motoristas que passam por ali. Mesmo com o recuo, algumas param no meio da rua para deixar passageiros, como se fosse um estacionamento. Eles se sentem os donos da rua. Rodrigo Ferrari, via Facebook.

Revolta
A calçada do Cacuia, em frente ao Supermercado Mundial, está intransitável. Quem passa por ali, desvia de camelôs, vendedores das lojas, cadeiras dos bares. Precisa de um choque de ordem. É um inferno passar por ali. Flávio Boaventura, via WhatsApp.

Praia da Rosa
Por que a orla da Praia da Rosa não recebe tanta atenção quanto as outras da Ilha? Quando a maré está baixa, revela a quantidade de lixo na beira da areia. É impossível andar pela calçada, por causa de carros abandonados, buracos e lixos que os moradores depositam no local. Hugo Moraes, via Facebook.

Não sobre calçada
Na calçada do Hospital da Ilha do Governador, na Estrada do Dendê, os pedestres não conseguem mais passar. Um depósito de água mineral deixa estacionados os veículos e motos de entrega. Ao lado, uma autorizada coloca seus carros estacionados na calçada. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Junior Leite, via WhatsApp.

Perigo em motos
Na Rua Doutor Manuel Marreiros, no Bancários, motoqueiros passam em alta velocidade, quase que apostando corrida. É uma área residencial, com escolas perto e muitos idosos. Um perigo. Norma Fernandes, via WhatsApp.

Canárias
Quem mora na Estrada das Canárias e depende do transporte público, passa um aperto. Temos que andar um longo caminho para chegar ao ponto da Peixaria ou Eapac. Quem trabalha de noite sofre muito mais, pois não tem segurança. Caroline Moraes, via Facebook.




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