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Boca no Trombone

07/12/2018 - boca-no-trombone /Edição 1914
Ônibus aos pedaços
As autoridades deveriam tomar providências urgentes em relação à empresa de ônibus Paranapuan. Os veículos continuam circulando sem condições. Quem depende deles, corre um sério risco. Vão esperar acontecer uma tragédia para tomar atitudes? Andrea Libonati, via WhatsApp.

Escadão e drogas
Moro no Cacuia, e ao lado da loja Aldes Móveis existe uma escadaria que está completamente abandonada, escura e o mato já tomou metade do espaço. Moradores de rua, viciados, e até tarados se escondem ali. Algumas pessoas usam o espaço, que é escuro, para usar drogas de noite. Temos crianças em casa e não temos segurança. Michelle Dafne, via Facebook.

Cavalos
Precisamos fazer alguma coisa com esses insensíveis que prendem animais, nos Bancários. Os cavalos estão sento maltratados e atrapalham o trânsito na via. Na Rua Ilha das Enxadas podemos ver alguns amarrados e aparentemente sem comida, de tão magros. José Pereira, via WhatsApp.

Carros no calçadão
O calçadão da Portuguesa virou estacionamento público. Flanelinhas ilegais praticam essa ação absurda, que só atrapalha a vida dos pedestres. Quando a calçada começarem a ceder, a GM tomará providências. Carlos Faria, via WhatsApp.

Sinal do Assaí
O sinal em frente ao supermercado Assaí deveria ter fiscalização eletrônica. Todos os dias, motoristas de van, motoqueiros e taxistas avançam o sinal. Temos ainda que tomar cuidado para não sermos atropelados por eles. Tatiana Almeida, via Twitter.

Perigo na Bica
Já assisti um quase atropelamento de dois senhores em frente ao quiosque Altas Horas, na Praia da Bica. Ao caminhar na pequena faixa de calçada, os senhores passaram pelo meio fio por conta das cadeiras e mesas que impedem a passagem dos pedestres. Somos obrigados a passar na rua para desviar do tumulto de pessoas bebendo e comendo. Mauricio Moreira, via WhatsApp.

Cadê a calçada?
É impossível passar com carrinho de bebê pelas calçadas do Tauá e Bancários. São tantos carros estacionados que às vezes esquecemos que existe uma calçada embaixo dessa bagunça. Os moradores se arriscam todos os dias. Lucia Veras, via WhatsApp.

Mau cheiro
A quantidade de lixo nas areias da Praia do Galeão é absurda. O lixo atrai bichos, inclusive urubus. Quem pega ônibus no ponto da Peixaria, sofre com o mau cheiro. Marco José, via WhatsApp.

Indignação
Fico indignada quando os motoristas de ônibus são obrigados a deixar os passageiros no meio da rua, por causa da falta de educação das vans. Uma vez, fui saltar no Mundial do Cacuia e quase fui atropelada por uma moto que vinha cortando o caminho. Regina Silva, via WhatsApp.

Praça e drogas
A Praça da Rua Alberto Delfino, atrás do Ilha Plaza, está sendo usada como point de drogas por conta da má iluminação de noite. Precisamos de uma intervenção da PM para coibir as ações. Gabriel Marques, via Facebook.

Cartão RioCard
Algumas vans estão desligando suas máquinas de RioCard depois das 22h. Os ônibus já são precários nesses horários, não podemos perder as vans também. Ainda fazem “promoções” de passagem por R$ 2. Juliana Souza, via Facebook.

Bagunça
É uma falta de respeito com os passageiros as ações das vans. No Mundial, algumas nos obrigam a descer do veículo quando está vazia, para passar para outro e não ficar no prejuízo. Fiscalização com urgência! Norma Silva, via Facebook.

Mais polícia
Próximo a Universidade Estácio de Sá precisa de mais policiamento. À noite tem acontecido uma série de furtos, principalmente aos estudantes da faculdade. Hugo Farias, via WhatsApp.

Tubi sofre
Os moradores de Tubiacanga sofrem com o transporte público da região, principalmente as crianças que usam cartão escolar. As vans não deixam passar por ser gratuidade. Ou gastamos dinheiro, ou esperamos por incansáveis minutos o ônibus fantasma. Larissa Oliveira, via Facebook.

Medo à noite
A iluminação da Rua Graná é precária. Quem passa por lá, sente medo por estar sujeito ao perigo. É desconfortável ter que passar ali tarde da noite. Rodrigo Santos, via Facebook.

Cadê a GM?
É comum ver motoristas parando na calçada em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, para resolverem suas coisas no banco ou na farmácia. A ação já virou rotina e atrapalha quem precisa passar por ali. Eles inclusive manobram em cima da calçada. Quando abrir um buraco ou ferirem alguém, as autoridades vão dar atenção. Fernando Moraes, via Facebook.

Drama das barcas
As barcas são uma vergonha para a Ilha. Todas são antigas e lentas com um intervalo de uma hora de espera entre elas. As de Niterói são rápidas e até climatizadas. Além disso, funcionam todos os dias e em mais horários. Queremos um transporte que seja exemplo. Fábio Alexandre, via WhatsApp.




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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