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Boca no Trombone

01/11/2018 - boca-no-trombone /Edição 1909
Quase acidente
Moro na altura do número 1000 da Estrada do Dendê e é impressionante a quantidade de motoboys que eu vejo passando pelas calçadas. Ontem à noite, um desses quase atropelou minha filha de 11 anos. Precisamos fazer algo antes que aconteça um acidente grave, percebo isso em vários bairros da Ilha. Alex Modesto, via WhatsApp.

Assaltos nos ônibus
Além de ônibus sucateados, quando pegamos o famoso “frescão” para irmos para o trabalho, nós temos que lidar com a falta de segurança. Quase diariamente ocorrem assaltos nos ônibus desses tipos. Não temos mais opção de transporte. Queremos renovação das barcas. Ivan Verissimo, via Facebook.

Falta visibilidade
Na Rua Estocolmo, Jardim Carioca, existe uma carroceria de caminhão abandonado há vários anos impedindo a circulação de veículos e serve até de esconderijo. No outro lado, o caminhão de auto escola na calçada da praça também tira a visibilidade dos carros que descem a Rua Tupirama, em sentido a Rua Jaburana. Tinham que ser retirados ou multados já que só atrapalham. Itamar Mello, via WhatsApp.

Atenção!
Na Rua Luiza Regadas, nos Bancários, há muito usuários de drogas todos os dias e pouco policiamento. Nos finais de semana, eles fazem um baile funk que prejudica o descanso de quem mora no local. Matheus Gomes, via WhatsApp.

Eutíquio Soledade
Sou morador da Rua Eutíquio Soledade, no Tauá, e se as autoridades não mudarem a saída para a Estrada do Dendê ou colocar essa rua somente mão única os acidentes vão continuar recorrentes. Para sairmos da Eutíquio para o Cocotá é um caos, não tem sinal e ainda colocaram olhos de gato para dificultar a manobra. Na hora da saída das forças armadas, vira um caos. Rommel Deterling, via Facebook.

Fila dupla
Todos os dias por volta das 18h, os pais dos alunos do Colégio MV1, na Estrada do Galeão, param seus veículos no ponto de ônibus em fila dupla e em cima da calçada. Quem está esperando o ônibus precisa ir no meio da rua para conseguir fazer sinal. Luiz Teles, via WhatsApp.

Bizarro
Um carro da Cedae fica estacionado na calçada em frente à empresa, no Tauá, com o papel tampando a placa para não ser multado. É um absurdo ver uma empresa de renome não dar o exemplo e não respeitar as normas de trânsito. Marcus Souza, via WhatsApp.

Lixo nas ruas
As ruas estão sujas por conta da falta de cuidado dos moradores, que jogam lixo no chão, largam entulho e bolsas de lixos em qualquer esquina. Na calçada do Colégio Mendes de Moraes, na Freguesia, pessoas recebem dinheiro para limpar quintais e, com seus carrinhos de mão, despejam tudo na calçada. Marco Pereira, via Facebook.

Lixão na rua
O terreno da Rua Copenhagen era murado direitinho, os porcos que derrubaram o muro para poderem usar como lixão. E pior, jogam até na rua, chegam os carros e despejam de qualquer jeito. A prefeitura precisa multar esses mal-educados! Tania Imilhao, via Facebook.

Ilegalidade
As vans que trocam os passageiros de veículo deveriam ser multadas. Eu estava indo pro Jardim Guanabara, mas fui obrigada a parar no Extra para esperar uma outra. Todo mundo sabe dessa prática e ninguém faz nada. Regularizaram as vans, mas elas continuam com atitudes ilegais. Renata Souza, via WhatsApp.

Travessia do Extra
A travessia de pedestres é perigosa na esquina da Rua Augusto Gustavo de Resende com a Estrada do Galeão, ao lado do Supermercado Extra. Já ocorreram vários atropelamentos ali e ninguém faz nada. A Guarda Municipal deveria fazer uma fiscalização constante para evitar a baderna ou colocar um sinal. Mariana Gonçalves, via WhatsApp.

Baratinhas
Os ônibus da Paranapuan não têm mais jeito. Além da sauna e do péssimo estado, temos que dividir a viagem com algumas baratas. O mais revoltante é que o problema é antigo e ninguém faz nada para resolver. Rafael Silva, via Facebook.

Sinal com defeito
Alguns sinais da Ilha param de funcionar, como é o caso do sinal em frente ao Ciep Doutor João Ramos de Souza, no Moneró, que há quase dois meses está apagado. Os alunos têm muita dificuldade para atravessar, pois os motoristas não param e abusam da velocidade quando passam pelo local. Sandra de Souza, via Facebook.

Calçadas ruins
As calçadas da Rua Eutíquio Soledade, no Tauá, estão praticamente acabadas. Quem passa por ali, em ambos os lados, precisa ir pelo meio da rua para não tropeçar. A quantidade de carros estacionados irregularmente também é assustadora. Precisamos de ajuda. Rejane Silva, via WhatsApp.

Invasão
Queremos providências quanto as pessoas que fazem do elevado de acesso ao Aeroporto e à Praia de São Bento de suas casas. Tem barracas, colchão, sofá e outros móveis. Alberto Santos, via WhatsApp.

Feira na Pajuçara
A Rua Pajuçara em dia de feira fica um inferno. No último domingo, o som estava tão alto que eu não consegui assistir à televisão dentro da minha casa. Eles tinham que ser multados por desrespeitar a lei do silêncio, ainda mais no final de semana. Lea Andreoni, via Facebook.

Os barulhentos
Os motociclistas que passam pela Estrada do Dendê parecem ignorar qualquer sinal da via e ninguém faz nada. A Guarda Municipal precisa atuar no local, que vira uma bagunça nos horários de pico. Leandro Souza, via WhatsApp.



Veja Também

Boca no Trombone - As passarelas da Estrada do Galeão estão um nojo por conta do lixo despejado no local. Além disso, a passarela da altura do Casa Show serve de abrigo para pessoas de rua. Everton Santos, via Facebook.

Boca no Trombone - Quando chove, o trecho da Rua Pio Dutra fica totalmente alagado e os motoristas não conseguem passar. Para quem mora na rua é uma vergonha, porque há anos passamos pelos mesmos problemas quando chove. Nathalia Vaz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Na Praia da Bandeira, antes do Detran, a contenção vai desmoronar a qualquer momento. As autoridades foram avisadas, mas só vão fazer algo quando tudo for ao chão. Temos que torcer para que ninguém se machuque ou tenha alguma vítima fatal. O aviso foi dado, está muito perigoso ali. Getulio Vargas, via Facebook.

Boca no Trombone - Passei por uma situação péssima no Posto Cambaúba. Fui abastecer no posto e saí normalmente, quando cheguei em casa meu carro não ligava de jeito nenhum. Depois de três horas tentando descobrir o problema do carro, o mecânico constatou que a gasolina estava podre. Quando reclamei no posto, fui completamente ignorado e não fui ressarcido do meu prejuízo. Julia Souza, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O ponto final de van, nas esquinas da Rua do Romancista com a Rua Magno Martins, está causando uma bagunça no local. As vans estacionam em cima da calçada, os motoristas agem com falta de respeito e falam palavrões alto. Além disso, os veículos atrapalham a visibilidade. Estamos desesperados. Bruna Carvalho, na redação.


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