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Boca no Trombone

26/10/2018 - boca-no-trombone /Edição 1908
Inadmissível
Esta semana ao pegar o frescão da Paranapuan, o ônibus quebrou e ao desembarcar fomos informados que mesmo quem pagou em dinheiro a passagem não seria restituída, por normas da empresa. Os passageiros ficaram à mercê de esperar um outro ônibus da companhia, e alguns passageiros foram em pé. Esses casos são recorrentes na empresa. Jéssica Teixeira, via Facebook.

Incômodo
A Comlurb insiste em retirar lixos e entulhos nos sábados às 23h, em frente à Colônia. É um barulho infernal, incomoda a vizinhança toda e eu tenho criança em casa. Deve existir outro horário para que isso seja feito, vamos respeitar a lei do silêncio. Karla Romano, via Facebook.

Bairro esquecido
O bairro dos Bancários é um dos mais esquecidos da Ilha. Além da insegurança, temos que enfrentar a sujeira e má iluminação das ruas. Ana Claudia, via WhatsApp.

Hilarião da Rocha
A Rua Professor Hilarião da Rocha, no Tauá, está precisando urgentemente de policiamento principalmente na parte da noite. Todos os dias escutamos relatos de assaltos. Vivemos à mercê desses bandidos e a polícia não faz nada. Matheus Gomes, via WhatsApp.

Multa neles
Na Praia da Rosa, próximo ao estaleiro Eisa, os carros ficam estacionados com as quatro rodas na calçada, fazendo com que os pedestres passem pelo meio da rua. As autoridades competentes precisam tomar as devidas providências. Mara Schwietzer, via WhatsApp.

Perigo
O cruzamento da Estrada do Dendê com a Rua Sobragi é um caos, ninguém respeita o tempo do sinal para os pedestres. É um risco enorme para quem passa no local, ainda mais por ter um colégio perto. Aluisio Maia, via WhatsApp.

Light na Penha
Não termos mais loja física da Light aqui na Ilha é um absurdo. Agora ficamos correndo atrás do carro, que nem sempre resolve nossos problemas. Sem contar que o atendimento lá na Penha é um horror! Uma fila gigantesca e funcionários mal educados, além de ser próximo a uma das maiores áreas de tiroteio do Rio. Eliane Zacarias Valentim, via Facebook.

Missão impossível
Os cruzamentos da Rua Eutíquio Soledade, no Tauá, não é respeitado em nenhum dos lados. Para atravessar a via é quase uma missão impossível, porque ninguém respeita ninguém. Quem sofre são os pedestres, que mesmo com os sinais fechados, não conseguem atravessar. Lucia Helena, via WhatsApp.

Mal educados
Na Estrada Governador Chagas Freitas, no Moneró, os motoristas não respeitam o sinal e ultrapassam mesmo se tiver pedestres esperando para atravessar. É um perigo, já que a área é composta de algumas escolas. Tinham que instalar câmeras para pegar esses mal educados. Roberto Paz, via WhatsApp.
Faixas sumiram
As faixas de pedestres da Ilha estão praticamente apagadas, principalmente no bairro do Cocotá. Os motoristas já não respeitam ninguém, sem faixa fica mais difícil. Zely Ribeiro, via Facebook.

INSS
A agência do INSS da Estrada do Galeão e o telefone 135 não estão dando as informações corretas sobre a aposentadoria e tratando as pessoas com grosseria. Quando fui na agência, vi uma senhora sendo mal tratada por um dos funcionários. Regina Célia, por redação.

Pontos e as vans
Não aguentamos mais reclamar sobre as vans que estacionam nos pontos dos ônibus para lotar de passageiros. Antes era só no Cacuia, agora se espalhou para diversos pontos. No ponto da Colina, o trânsito é ruim por conta desses irresponsáveis. Marcos Souza, via Facebook.

Incorrigíveis 
Um absurdo a alta velocidade que os motoristas de vans andam, além de colarem na traseira de outros veículos. As autoridades precisam fazer mais fiscalizações. Aos domingos eles não aceitam cartão, o que também é um desrespeito aos passageiros. César Augusto, via WhatsApp.

Pio Dutra
Quando chove, o trecho da Rua Pio Dutra fica totalmente alagado e os motoristas não conseguem passar. Para quem mora na rua é uma vergonha, porque há anos passamos pelos mesmos problemas quando chove. Nathalia Vaz, via WhatsApp.

Vila Joaniza
Na comunidade Vila Joaniza há esgoto a céu aberto e a coleta de lixo está precária. A iluminação não é uma das melhores, e o lugar torna-se perigoso por causa da quantidade de usuários de drogas que ficam no local. Neide Souza, via Facebook.

Viagem perigosa
As linhas 634 e 696, além das demais que passam pela Avenida Brasil, vivem cheias de cracudos, o que torna a viagem perigosa por causa de assaltos, principalmente à noite. Mateus Cruz, via Facebook.




Veja Também

Boca no Trombone - Frequentemente os usuários da linha Galeão x Alvorada do BRT, sofrem com a falta de ar-condicionado no transporte. Quando o número de passageiros aumenta, o calor piora. Não aguentamos mais. Maurício Belmiro, via Twitter.

Boca no Trombone - Tem uns galhos presos por cordas na rede elétrica na Rua Acaituba em frente ao Restaurante e Pizzaria Brasas Grill, no Jardim Carioca. Desde a tempestade da quarta-feira de cinzas do ano passado, que os galhos permanecem no local. Está um perigo pois ficam carros e pedestres parados embaixo. Marcelo Candido, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Desordem no Aterro No domingo de carnaval (3), estava no Aterro do Cocotá, quando duas motos entraram em alta velocidade na pista destinada à caminhada. Além disso, jovens usam drogas nas pistas de skate, deixando um cheiro horrível no local. Fico indignado com esta situação. Jéssica Dutra, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Atrás do quiosque do Moreno, na Praia da Bica, existe um chuveiro que está desperdiçando água. O chuveiro simplesmente não fecha e o problema ocorre há quase um mês. Em um país onde muitos enfrentam dificuldades, é revoltante isto acontecer. Libriana Ferreira, via WhatsApp.

Boca no Trombone -

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.


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