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Boca no Trombone

11/10/2018 - boca-no-trombone /Edição 1906
Posto de gasolina
Passei por uma situação péssima no Posto Cambaúba. Fui abastecer no posto e saí normalmente, quando cheguei em casa meu carro não ligava de jeito nenhum. Depois de três horas tentando descobrir o problema do carro, o mecânico constatou que a gasolina estava podre. Quando reclamei no posto, fui completamente ignorado e não fui ressarcido do meu prejuízo. Julia Souza, via WhatsApp. 

A Light é 0!
Eu tenho três no-breaks em casa e, por causa da variação de energia, ficavam oscilando entre energia e bateria (os três ao mesmo tempo, então não era defeito do aparelho). Precisou de cinco equipes diferentes da Light para eles descobrirem que havia um parafuso quebrado no transformador. Até a quinta equipe chegar, ficamos à mercê. Anna Grego, via Facebook.

Drogas no Corredor
O Corredor Esportivo está abandonado. Tem um senhor que deveria fazer a segurança de noite, mas que faz totalmente o contrário. Várias pessoas param ali para vender droga. Precisamos de uma patrulha para tomar providências. Cristine Lopes, via Facebook.
Corredor Esportivo
A Comlurb poderia fazer uma limpeza com máquinas na Praia da Rosa. Quando a maré está baixa, podemos ver o tanto de sujeira que tem no lugar, que se mistura com a areia e forma uma camada de lama. Luciana Guimarães, via WhatsApp.

Barra pesada
Fui assaltada enquanto ia para o trabalho por quatro homens em um táxi na Rua Dr. Manuel Marreiros, próximo a Escola Amadeu Rocha, nos Bancários. Eles levaram tudo, até meus documentos. Fica um alerta aos moradores das redondezas. Marta Medeiros, via Facebook.

Bagunça total
No primeiro turno das eleições as ruas ficaram uma bagunça total. Além dos papéis jogados no chão, carros foram estacionados no meio das ruas por horas. Espero que no segundo turno nós possamos contar com a organização das autoridades. Álvaro Soares, via WhatsApp.

Carros na Pacheco
Gostaria de entender porquê um caminhão que vende salgados e um carro que vende tapetes ficam no estacionamento em frente a Pacheco do Cacuia e não são multados. Vi um guarda municipal passar e ignorar esses veículos. Os clientes da Pacheco não conseguem estacionar. Monica Silva, via Facebook. 

Vai de ônibus?
É péssimo serviço que a Paranapuan oferece aos passageiros. Além de termos que andar em latas de lixo ambulantes, esses “ônibus” chegam no terminal do Fundão e ficam parados esperando passageiros. A fiscal da empresa ainda fica chamando passageiros, igual aos cobradores das vans. Márcia Pombo, via Facebook.

Moradores de rua
As autoridades precisam tomar uma atitude sobre a quantidade de moradores de rua que dormem nas passarelas da Estrada do Galeão. É muito triste vê-los sem nenhum apoio, além de ser perigoso à noite. Luana Henri, via WhatsApp.
Confusão no ponto
Conseguir pegar um ônibus nos pontos do Cacuia é uma missão. São tantas vans que disputando espaço que até perdemos os ônibus que não conseguem parar nos locais adequados. Diana Campos, via WhatsApp.

Desrespeito
Ninguém respeita as faixas de pedestres em frente ao Hortifruti da Estrada do Galeão. Os motoristas que vão para o Cacuia ficam na esquerda e ultrapassam quem estiver na frente deles. Um absurdo. Amanda Roiz, via Facebook.

Falta de transporte
A falta de transporte depois das 23h na Ilha é um descaso com os moradores. A gente tem que mofar nos pontos, sem segurança e sem iluminação, rezando para que não sejamos assaltados, ou pegar mais de uma condução. Principalmente nas Pitangueiras e Praia da Bandeira, que normalmente já não tem ônibus. Carolina Matias, via Facebook.

Perigo à noite
A Portuguesa, perto da Praça do Coxinha, tem uma iluminação muito precária. Já fui assaltado lá e conheço pessoas que também já foram, até mais de uma vez. Os moradores não andam com segurança pelo local, e ficam com receio de usar a Praça Stuart Angel à noite. Eduardo Carvalho, via Facebook.

Alô Ideal!
Durante o dia, os ônibus da Ideal ficam parados no ponto final na Praça dos Bancários bloqueando a visão dos motoristas. Além disso, o sinal que encontra-se lá não é respeitado. Risco de atropelamentos e acidentes graves no local. Isabela Viana, via WhatsApp.
Somos reféns
Precisamos de mais policiamento no Jardim Guanabara. Meu prédio foi invadido por bandidos na semana passada. Dessa vez levaram a bicicleta do porteiro. Muito triste ser refém da violência. Cristiana Vieira, via Facebook.

Sucata
Alguém precisa mudar a forma que a Paranapuan trata seus passageiros. Eles colocam carroças para transportar os moradores, todas velhas, sujas e sem manutneção. Dividimos espaço com a sujeira e o calor, já que nenhum ônibus da frota deles tem ar condicionado. Alguns estão com os bancos quebrados e com baratas, lamentável. Tânia Araujo, via Facebook.

Bancários
Os moradores dos Bancários já sofrem com a insegurança, agora sofrer com a falta de limpeza do valão é a gota d’água. O valão está há semanas com o mato alto, servindo de lar para ratos, baratas e outros insetos que acabam na casa dos moradores. Julieta Martins, via WhatsApp.

Fila Dupla
Na Rua Marino da Costa no Jardim Guanabara, se instala um caos diário devido as irregularidades praticadas pelos veículos que estacionam nos dois lados da rua, fazendo fila dupla. Nos horários de entrada e saída dos alunos do MV1 fica impossível transitar pela via. Francisco Milton, via Facebook.

Multa na Light
A oscilação de energia vive dando problema nos meus aparelhos. A Light precisa ser multada por tantos problemas que causam para os moradores da Ilha. Marcos Silva, via Facebook.




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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