Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Boca no Trombone

05/10/2018 - boca-no-trombone /Edição 1905
Desespero
O ponto final de van, nas esquinas da Rua do Romancista com a Rua Magno Martins, está causando uma bagunça no local. As vans estacionam em cima da calçada, os motoristas agem com falta de respeito e falam palavrões alto. Além disso, os veículos atrapalham a visibilidade. Estamos desesperados. Bruna Carvalho, na redação.

Obra da Cedae
Há mais de duas semanas a Cedae fez uma obra na Rua Pereira Alves, Cocotá, para cobrir uma cratera e concluíram com muita má vontade, deixando a rua mais alta. Quando estava passando pelo local, um carro quase virou tentando subir. Nós que somos motociclistas, temos que ter a atenção redobrada. Anderson Targino, via WhatsApp. 

Ponto do Extra
O ponto de ônibus do Extra virou uma bagunça. Há carros estacionados e vans que não deixam os ônibus pararem no ponto certo. Alguns ônibus são obrigados a pararem no meio da rua para deixar passageiros. Jorge Júnior, via WhatsApp.
Perigo nas Canárias
Precisamos de mais policiamento nas Canárias. Semana passada, à noite, passei por alguns homens que tentavam parar carros mas consegui desviar e fugir. Aparentemente foi um arrastão. Nilson Henze, via Facebook.

Passagem difícil
Um tronco de árvore ocupa parte da calçada da praça na Rua Ituá, Jardim Guanabara. A passagem se torna muito difícil e é um perigo para as crianças que frequentam o local. Mariana Ferreira, via WhatsApp.

Vazamento de água
A Rua Paramopama, próximo ao Restaurante Bom Demais Praia, está com um cano furado e vazando água. Além do desperdício, pode ocasionar um acidente aos pedestres que passam pelo local. Carlos Manoel, via WhatsApp.

Acidentes na Galeão
Acidentes na Estrada do Galeão, na altura do número 961, são constantes. Os motoristas, principalmente os motociclistas, entram em alta velocidade na curva e provocam esse tipo de problema. Em apenas dois dias, presenciei dois acidentes.  Andreia Conti, via Facebook.

Lata velha
É um absurdo o que os moradores da Ilha suportam dos ônibus da Paranapuan. Temos que pegar essas carroças, que são chamadas de “ônibus” pela empresa. Já peguei um ônibus deles que enguiçou no meio do caminho, um transtorno. Vanderléa da Silva, via Facebook.

Corredor lixão
Faço aula no Corredor Esportivo na parte da noite e vejo muitas pessoas jogando lixo à beira mar, sem nenhuma preocupação com quem está olhando. As pessoas que moram perto poderiam ajudar a limpar, ao invés de atrapalhar. O Corredor virou um lixão. Dirce Cândida, via Instagram. 
Barricada
Não são só as praias que são tomadas pela sujeira. Já presenciei um morador colocando entulho de obra na entrada da Estrada do Rio Jequiá para fazer barricada com os sacos, impedindo o escoamento da água das chuvas, além de poluir o local. A Rua Arriba, que já enche, vai piorar. Marisa Alcici, via Instagram. 

Descaso da Light
A Light só sabe aumentar o valor das nossas contas, mas quando precisamos resolver um problema ou reclamar, temos que nos deslocar da Ilha para outros bairros. Um absurdo o descaso dessa empresa com os moradores da Ilha do Governador. Ricardo Souza, via Facebook.

Lixo no vizinho
Alguns moradores vão até a Rua Lírio, ao lado do Colégio Olga Benário Prestes, depositar seu lixo sem nenhuma punição. Já é comum ver moradores até de outros lugares irem jogar coisas por lá. Carlos Eduardo, via WhatsApp.

Chuva no ônibus
Eu constantemente pego ônibus que passa pela Avenida Brasil e todos são sucateados. Até goteira tem dentro, impedindo as pessoas de se sentarem. Pagamos caro por um serviço que não nos dá conforto. Lucas Rezende, via Facebook.

Lixo que anda
Não é possível que o lixo seja jogado no local correto, mas que vá andando sozinho para o terreno baldio alheio. Muita falta de respeito dos moradores, pior quando colocam na porta dos outros. Eduardo Motta, via Facebook.




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


Edição 1924
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras