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Boca no Trombone

24/08/2018 - boca-no-trombone /Edição 1899
Calçadas obstruídas
As calçadas do entorno do Supermercado Mundial no Tauá são tomadas por carros todos os dias, impedindo a passagem de pedestres que muitas vezes, têm de se arriscar pela rua. Mesmo denunciando o fato pelo número 1746, é difícil ver agentes da Guarda Municipal no local. Eliza Santos, na redação.

Sinal demorado
O sinal de trânsito na Estrada do Galeão próximo à Rua Colina, demora muito a fechar para os pedestres e fica pouco tempo no vermelho. Todo mundo está cansado de reclamar, porque esse problema é antigo, mas continua do mesmo jeito. Maria Duarte, via WhatsApp.

Perigo na pista
A pista da Estrada do Galeão sentido Ilha, próximo ao posto de gás, está com a pintura das faixas que dividem a via apagadas, o que possibilita acidentes. Além disso, existe ali um retorno muito perigoso. Lucas Santos, via WhatsApp.

Lixo sem educação
Constantemente vejo motoristas pararem seus veículos para despejar lixo na calçada do Ciep Olga Benário Preste, no Boogie Woogie. O despejo no local já faz parte do cotidiano dessas pessoas sem educação. Não adianta a Comlurb fazer a limpeza, se no mesmo dia pessoas passam lá e despejam mais lixo. Carlos Eduardo, via WhatsApp.

Curva do Canhão 
Nesta semana, ao caminhar na calçada da orla da Praia das Pitangueiras, não vi um buraco e levei um tombo que quase quebrei a minha perna. A calçada na altura da curva do canhão está cheia de desníveis. Só tem buracos, além de ser muito estreita e os motoristas andam a toda velocidade por ali. Aline Aquino, na redação. 

Na bronca
Penso que não deveria ter flanelinha nem vaga certa. Meu carro foi rebocado no Jardim e quando voltei, o flanelinha havia se escondido. Nem apareceu para me dizer se o carro havia sido roubado ou rebocado. Eles simplesmente não fazem nada. Eu não pago esses oportunistas, e se me ameaçar tiro foto e vou à polícia! Bia Castagnaro, via Facebook.

Donos das vagas
O povo paga esses flanelinhas porque se sente coagido e com medo de tomar um prejuízo ainda maior com o carro. Em frente a Clínica Santa Maria Madalena, minha mãe já foi até ameaçada duas vezes por não pagar. Falou "estou sem trocado hoje, amigo”, e a resposta foi "semana passada também estava sem, né tia?" A gente não pode deixar de ter dinheiro para dar aos flanelinhas? Já bastam os nossos impostos. Lívia Corte, via Facebook.

Rua ocupada
Todos os dias, quem passa pela Estrada das Canárias, próximo à Clínica da Família, precisa ter muita atenção porque alguns estabelecimentos como oficinas e borracheiros estão ocupando parte da rua, que é de grande movimento. É muito perigoso, porque se a pessoa se distrair, pode vir um carro, não ver o obstáculo e causar um grave acidente. Nicole Vaz, via WhatsApp.
 
Visconde Delamare 
Será que a situação da Rua Visconde Delamare, no Cacuia, nunca vai ter jeito? Na última sexta-feira (17), quase aconteceu mais uma batida entre um carro e um caminhão. Ali fica uma confusão de carros circulando nas duas mãos e veículos estacionados dos dois lados. Parece que não existem leis de trânsito nesta rua. Pedro Ramos, via Facebook.
 
Briga de vans
É uma bagunça o ponto de ônibus em frente ao Bradesco do Cocotá. As vans fazem fila dupla, ônibus precisam parar no meio da rua para os passageiros saltarem, além dos vendedores ambulantes da calçada. Precisa de um choque de ordem! Vilma Carreiro, via WhatsApp.

Pedras portuguesas 
As calçadas de pedras portuguesas que existem na Portuguesa, desde a estátua do Renato Russo, até o McDonalds, estão cheias de buracos e com risco de acidente, sem contar a falta de lixeiras. Elas simplesmente sumiram do calçadão e não foram colocadas outras. Sergio Lira, via WhatsApp.

Escuridão
É complicado caminhar pelo Corredor Esportivo na parte da noite devido à iluminação precária, aumentando a sensação de insegurança das pessoas que transitam pelo local. Fernando Amorim, via WhatsApp.

Comlurb responde
Esta coluna publicou no dia 10/08  reclamação de uma grande quantidade de lixo na calçada da Praia da Rosa, em frente a creche Cora Coralina. A Comlurb informou que os serviço de remoção de lixo foram realizados e que a rotina de limpeza no local é diária. A Companhia agradece a participação e lembra que solicitações, sugestões ou reclamações também podem ser feitas ao Teleatendimento da Prefeitura, 1746, que funciona 24 horas, todos os dias da semana.




Veja Também

Boca no Trombone - As passarelas da Estrada do Galeão estão um nojo por conta do lixo despejado no local. Além disso, a passarela da altura do Casa Show serve de abrigo para pessoas de rua. Everton Santos, via Facebook.

Boca no Trombone - Moro na altura do número 1000 da Estrada do Dendê e é impressionante a quantidade de motoboys que eu vejo passando pelas calçadas. Ontem à noite, um desses quase atropelou minha filha de 11 anos. Precisamos fazer algo antes que aconteça um acidente grave, percebo isso em vários bairros da Ilha. Alex Modesto, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Quando chove, o trecho da Rua Pio Dutra fica totalmente alagado e os motoristas não conseguem passar. Para quem mora na rua é uma vergonha, porque há anos passamos pelos mesmos problemas quando chove. Nathalia Vaz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Na Praia da Bandeira, antes do Detran, a contenção vai desmoronar a qualquer momento. As autoridades foram avisadas, mas só vão fazer algo quando tudo for ao chão. Temos que torcer para que ninguém se machuque ou tenha alguma vítima fatal. O aviso foi dado, está muito perigoso ali. Getulio Vargas, via Facebook.

Boca no Trombone - Passei por uma situação péssima no Posto Cambaúba. Fui abastecer no posto e saí normalmente, quando cheguei em casa meu carro não ligava de jeito nenhum. Depois de três horas tentando descobrir o problema do carro, o mecânico constatou que a gasolina estava podre. Quando reclamei no posto, fui completamente ignorado e não fui ressarcido do meu prejuízo. Julia Souza, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O ponto final de van, nas esquinas da Rua do Romancista com a Rua Magno Martins, está causando uma bagunça no local. As vans estacionam em cima da calçada, os motoristas agem com falta de respeito e falam palavrões alto. Além disso, os veículos atrapalham a visibilidade. Estamos desesperados. Bruna Carvalho, na redação.


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