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Boca no Trombone

06/07/2018 - boca-no-trombone /Edição 1892
Quebra Coco
O Quebra Coco está precisando de mais policiamento, porque à noite e pela manhã cedo as ruas ficam desertas, deixando um clima de insegurança quando é mais fácil dos bandidos agirem. Michelle Rocha, via Facebook. 

Velho problema
Motoristas estacionam por toda a calçada na Praia da Bica e os pedestres que passam pela rua. Quando meu filho era bebê, todos os dias eu tinha que passar com o carrinho de bebê pela rua por conta destes motoristas mal educados. Detalhe: os anos se passaram, mas o problema continua o mesmo. Renata Dias, via Facebook. 

Irregularidades
Fico impressionada com a quantidade de flanelinhas agindo de forma abusiva em vários bairros da Ilha, parece que a cada esquina tem um. A maioria deles não são credenciados pela prefeitura, inclusive no calçadão da Portuguesa que foi matéria da última edição. Vale ressaltar que vários moradores de rua também ficam nessa calçada pedindo dinheiro. Thalita Castro, via Facebook. 

Alô, calçadas!
A calçada da Rua Cambaúba, que fica próxima à Padaria Majestosa, está  esburacada. Passar ali com cadeira de rodas ou carrinho de bebê é impossível. Além dos carros que ficam parados no local. Precisamos que arrumem aquela área. Tarso Crisantemo, via Facebook. 

Sufoco
A GM precisa passar na Rua Ituá, próximo ao Restaurante Chuá da Ilha. Ali muitos carros ficam estacionados ocupando parte da rua que por sinal é mão dupla. É um sufoco passar por ali. Outro local são as calçadas da Rua Cambaúba no trecho entre o Procor e a Igreja Universal. É um caos! Nana Bard, via Facebook. 

Saída de colégio
Está um transtorno transitar pelas ruas Pinto Alpoim e Engenheiro Rosauro Zambrano, no Jardim Guanabra, em horários de pico, principalmente na hora de saída dos alunos das escolas que tem ali. É uma bagunça total! Maria Albuquerque, via Facebook. 

Tubiacanga 
Em Tubiacanga, desde a greve dos caminhoneiros, o serviço fornecido pela empresa de ônibus Paranapuan está precário. Está muito difícil o ir e vir para Tubiacanga. Claudio Romero, via WhatsApp. 

Preços abusivos
Os carros em cima das calçadas da Ilha, é o reflexo direto do preço de abusivo em estacionamentos. É surreal que em alguns lugares estejam desse jeito e a prefeitura sem se manifestar. A gente já paga várias taxas para ter um carro, ai quando precisamos estacionar, temos pagar um valor alto abusivo. Inaceitável. André Guimarães, via Facebook. 

Acesso à praia
Na Praia da Freguesia o acesso à praia pelas escadas está ruim por conta da péssima conservação e grande quantidade de lixo. A limpeza facilitaria muito a vida dos pescadores. Valter Santos, via Facebook. 

Ciclovia Jequiá
É muito raro os motoristas respeitarem a ciclovia da Estrada Rio Jequiá em frente à Vila Panamericana. Além da grande quantidade de lixo espalhado um uma parte da pista, os ciclistas também têm que enfrentar carros estacionados no meio do caminho, atrapalhando a passagem. Diógines Fontes, via WhatsApp. 

Perigo na Malta
Diariamente, na parte da noite principalmente, motoristas avançam o sinal da esquina da Rua Malta com a Governador Chagas Freitas, no Moneró. É um absurdo que essas pessoas não respeitam o sinal e ainda fazem uma contramão para ir até a Rua Aristarco Ramos. Será que precisa acontecer mais um grave acidente para pararem de fazer essas infrações? Adriane Seabra, na redação. 

Passarela suja
Muitos pedestres estão evitando passar pela passarela que tem em frente ao Hipermercado Extra. Além da falta de iluminação e o mau cheiro, moradores de rua ficam deitados no meio do caminho e as vezes até usando drogas. Luiz Carlos, na redação. 

Solução?
Existe uma obra que está sendo feita pela prefeitura na saída da Ilha, próximo à Peixaria, que está complicando a vida porque estão ocupando duas faixas da estrada do Galeão. Não existe alguma medida para amenizar o reflexo no trânsito? Gilson Souza, via Facebook. 

Resposta: A prefeitura informou que se trata de uma obra essencial para concluir a rede de esgotos da Vila Joaniza e que deverá estar concluída nos próximos dias.

Rua Babaçu
Um buraco na Rua Babaçu, no Jardim Guanabara, está atrapalhando a passagem dos carros. Agentes da prefeitura estiveram no local, tamparam o buraco, mas não consertaram como deveria e já no dia seguinte ele voltou a ceder. É um perigo para quem passa de carro no local. Larissa Borges, na redação. 




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

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