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Boca no Trombone

22/06/2018 - boca-no-trombone /Edição 1890
Morte na Baía
Segue a degradação da Baía da Guanabara. Uma tartaruga marinha morta apareceu na Praia da Bandeira, na manhã da quarta, dia 20. Populares ainda tentaram recolocá-la na água para reanimar, sem sucesso. Poluição + Sujeira = morte de espécies marinhas na Baía da Guanabara. Até quando? Não se observa nenhuma ação concreta para preservação de nossas águas. Daniel Elias Duarte, via Facebook

Buraco na Magaldi
Um buraco na Rua Monsenhor Magaldi, em frente ao número 415, está aberto há 4 meses prejudicando os motoristas que passam pela rua. Já abri dois chamados 1746 e dizem que não tem prazo para resolver. Parece que só depois que acontecer um acidente no local vão tomar providências. Raphaela Fonseca, via Facebook.

Resposta: A Secretaria de Conservação e Meio Ambiente informou que fará uma vistoria no local para verificar se há algum rompimento de tubulação e se for constatado o problema, vai fazer o serviço de tapa-buraco na próxima semana.

Falta d’água
Nós moradores da Rua Juan Pablo Duarte e todo o INPS estamos sem fornecimento de água há dias. Os moradores precisam se deslocar até a parte de fora da comunidade para pegar água em baldes. É um absurdo! Fernanda Gonçalves, via Facebook. 

Resposta da Cedae: A Cedae informou que técnicos da companhia estão trabalhando desde terça (19), para solucionar o problema da falta d’água na comunidade. 
Som alto
É um absurdo o som alto do último final de semana no Aterro do Cocotá. Infelizmente o pobre do trabalhador que mora no entorno e levanta às 4h30 para trabalhar não dormiu direito com o funk no último volume a noite inteira. É falta de respeito total com os moradores, incluindo uma casa de repouso para idosos. As pessoas precisam ficar mais atentas à Lei do Silêncio. Martinha Spessote, via Facebook. 

Falta educação
A Ilha está precisando de um intenso choque de ordem. Motos e vans não respeitam nada. Carros particulares estacionam em qualquer lugar, bares utilizam as calçadas como se fossem sua propriedade, pessoas jogam lixo em terrenos baldios, e por ai vai a desordem. Sem contar a falta de educação que agrava muito os problemas. Antonio Carlos, via Facebook. 

Alô, GM!
A Guarda Municipal precisa ir na Rua Magno Martins sentido Bancários para dar um jeito na quantidade de carros na calçada que atrapalham o trânsito na rua. As vans passam uma por vez porque se passarem duas juntas, o trânsito fica totalmente bloqueado. Marlon Oliveira, via Facebook. 

Saga diária 
Saímos de casa nos preparando para saga do trânsito da Linha Vermelha, Avenida Brasil todos os dias, e agora precisamos sair mais cedo ainda para enfrentar o engarrafamento devido a obra em frente ao ponto de ônibus da peixaria em horários de pico. Muito complicado. Além do povo que fica mexendo no celular e não se atenta ao trânsito. Carol Bastos, via Facebook. 

Cadê o ônibus?
Ribeira, Pitangueiras e Praia da Bandeira, não tem mais ônibus. Essa semana colocaram alguns da Ideal para fazer a linha 322, que são muito bons, mas são poucos carros e eu agora fico mais de duas horas aguardando. Além disso, sou idosa e estou tendo que pagar van cada vez mais porque não posso ficar eternamente esperando ônibus. A população está pedindo socorro! Vilma Ebner, via Facebook. 
Tumulto
Pais de alunos do Colégio Elite, que fica na Rua Engenheiro Rozauro Zambrano, no Jardim Guanabara, insistem em transformar o trânsito na rua em um verdadeiro caos. Eles estacionam os carros no meio da rua e nas calçadas, principalmente em frente à garagem dos moradores para buscar seus filhos saírem da escola. Carlos Eduardo, via Facebook. 

Zona complicada
Na Estrada do Dendê, próximo à Rádio Rio de Janeiro, no Tauá, motoristas de vans insistem em fazer a esquina de ponto, atrapalhando mais ainda o trânsito que já é complicado naquele trecho. Ana Cristina, via WhatsApp.

Problema antigo
Não aguento mais a Rua Visconde Delamare na altura do Boogie Woogie, esquina com a central. Diversos carros param em cima das calçadas tornando o tráfego na rua bem difícil, Tem horas que para tudo: não sobe, nem desce, principalmente entre as 12 e 13h. Qualquer dia vai acontecer uma briga feia. Rosa Maria, na redação. 

Rua Anajamirim
Na Rua Anajamirim, no Tauá, motoristas param seus veículos no meio da rua, obrigando os demais que seguem logo atrás a subir a rua na contramão. Janaína Coutinho, via Facebook. 

Imprudências
Todos os dias motoristas estacionam seus carros em cima da calçada na Rua Náutica, no Cocotá, e o pior é que param na frente das garagens dos moradores. Fora os que andam na contra mão sem se intimidarem. Priscila Moreno, via Facebook. 

Caos na Monjolos
A Rua Monjolos, nas Pitangueiras, nunca teve a calçada livre. O povo compra carro, não tem garagem e precisa deixar em cima das calçadas ou nas laterais ocupando a rua que é muito estreita. Jane Ml, via Facebook. 

Esgoto na Freguesia
Esgoto está sendo lançado direto na Praia da Freguesia, altura da Rua Chapott Prevor e terminal da Petrobras, formando uma grande faixa de sujeira na água e na areia. Um absurdo! Sérgio Lira, via WhatsApp. 

Rotatórias
Gostaria de saber qual é o problema de alguns motoristas com rotatórias. Passo todos os dias pela rotatória que fica na Rua Cambaúba, próximo ao Green Sucos, e vejo que ninguém respeita. Os motoristas passam pelo meio da rotatória, e por isso vários acidentes acontecem ali. Gabriela Pacheco, via WhatsApp. 

Dura realidade
Como podemos resolver o problema dos moradores de rua na Ilha? É triste ver a quantidade de crianças e adultos na Estrada do Galeão, principalmente no trecho entre o Banco Bradesco e o Banco do Brasil. Esta semana vi um senhor com a perna toda machucada próximo ao local. Tereza Viana, via WhatsApp. 




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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