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Boca no Trombone

15/06/2018 - boca-no-trombone /Edição 1889
Desisti da 910
A linha 910 (Bananal x Largo do Bicão) já não circula sem greve, com greve, então, piorou. É uma vergonha o que a empresa Paranapuan faz com o insulano. Sinceramente? Eu já perdi as forças para reclamar. Na quarta (13), sem greve, fiquei esperando por meia hora. Desisti. Leandro Oliveira, via Facebook. 

Cadê o 934?
A linha que ligava a Ribeira ao Cacuia e Cocotá está desaparecida. Eu era usuária ativa do 934 e não o vejo mais. Eu queria saber como vou fazer para ir até o Cacuia agora. Complicado ter que depender apenas de vans. Danielle Vendramini, via Facebook.

Paralelepípedos
O temporal de fevereiro ainda é uma realidade para os moradores da Rua Maciel Monteiro, na Praia da Bandeira. Os paralelepípedos da rua estão soltos. Cristiane Monteiro, via Facebook. 

Capituí e Irlanda
Há anos que a escada que liga as ruas Capituí e Irlanda, no Jardim Carioca, está em péssimo estado e há ocorrência de pessoas que já se acidentaram no local devido aos buracos. Rosaria Dias, via WhatsApp. 

Falta podar
Os galhos e folhas das árvores da Rua Haroldo Lobo estão tampando toda a iluminação da via. Quem passa à noite por ali teme que bandidos aproveitem a escuridão para agir. João Paulo, via Facebook. 

Iaiá Garcia
O chafariz da Praça Iaiá Garcia, na Ribeira, precisa urgente de reparos. Antigamente o chafariz era o charme da praça e muitos insulanos tiravam fotos ali, alguns ainda tiram, é verdade. Mas os órgãos públicos poderiam dar uma atenção maior para essa parte. Mauricio Bretanha, via WhatsApp.

Vans imprudentes
Até quando as autoridades vão deixar impune os irregulares e os imprudentes motoristas de vans, que usam a Estrada do Galeão como pista de corrida? Isso é um perigo ao passageiro que está dentro da van. O risco de um acidente com consequências sérias é bem grande. Solange Cruz, via Facebook. 

Carros nas calçadas
Todos os dias, as calçadas do entorno do Supermercado Mundial no Tauá são tomadas por carros, impedindo a passagem de pedestres que têm de se arriscar pela rua e agora até alguns camelôs atrapalham. Mesmo denunciando o fato pelo 1746, nenhum agente da Guarda Municipal aparece no local para coibir esse ato. Josileine Martins, via Facebook.
Galera louca
A Praça Jerusalém, na Praia da Bica, está uma zona aos fins de semana durante a noite. Há diversas pessoas, aparentemente menores de idade, bebendo, farreando e fazendo zona. Para os moradores do entorno, é terrível. O som incomoda muito e a sujeira permanece depois. A PM precisa tomar medidas enérgicas de verdade! Mauro Cesar, via WhatsApp. 

Ironia
É tão normal falta de ônibus da Paranapuan que nem deu para perceber que estavam em greve. Triste! Alberto Casas, via Facebook. 

Bom Retiro
Os moradores da Rua Bom Retiro, no Jardim Guanabara, estão estacionando os seus carros nos dois sentidos, sendo que aquela rua é mão dupla. Ou seja, não existe espaço para passar dois carros ali. Ou a prefeitura coloca um sentido só para rua, ou determina aonde os moradores onde devem estacionar. Antonio Gomes, via WhatsApp. 
Mal educados 
Alguns motoristas de ônibus não estão parando nos pontos para os idosos no ponto da Rua Monjolos esquina com a Estrada Rio Jequiá. Há ainda um problema com alunos sem o Riocard, que pedem para entrar pela porta de trás, mas os motoristas arrancam quando eles vão subir. Além de um constrangimento, é um perigo. Maria de Lourdes, por redação. 

Volta trocadores!
Os trocadores de ônibus fazem falta para agilizar o serviço. Os passageiros ficam esperando os motoristas darem o troco, o que gera até engarrafamentos. Julio Guimarães, via Facebook. 

Galeão esburacado
É triste ver a zona em que o bairro do Galeão se transformou, especialmente na Estrada de Maracajás, próximo ao abrigo Stella Maris. Um local que dez anos atrás era tranquilo, agradável de morar, virou um inferno. É buraco pra tudo quanto é lado, movimento intenso de carros. É bem complicado! Vitor Borges, via Facebook. 

Desrespeito
Os alunos do Colégio Prefeito Mendes de Moraes, na Freguesia, ficam horas esperando no ponto de ônibus, pois a maioria dos motoristas não para. Peço providências das empresas responsáveis, pois além de ser uma falta de respeito é uma violação da lei que garante gratuidade aos estudantes. Simone Lopes, via facebook.

Belmiro Braga
A Cedae realizou um serviço na Rua Belmiro Braga, perto do número 110, só esqueceu de concluí-lo. Assim fica difícil! Mauro Chaves, via Facebook.





Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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