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Boca no Trombone

20/04/2018 - boca-no-trombone /Edição 1881
A Vivo é zero
A operadora de telefonia Vivo coloca seus clientes em planos sem que os mesmos deem permissão e a cobrar. Me colocaram na caixa postal sem minha autorização e as pessoas que queriam falar comigo diretamente não conseguiam, além de cobrarem pelo tal serviço. E o pior, eu que tenho que pedir para tirar. Acho um absurdo. Na minha opinião todas as operadoras teriam que, a cada ligação, informar o tempo e o valor que foi gasto, para que o cliente confiasse na mesma. Maurício Moreira, via e-mail.

Ilha x Zona Sul
É um transtorno não ter linhas diretas para a Zona Sul saindo da Ilha. Eu trabalho e estudo por lá e sou obrigado a acordar bem mais cedo para pegar duas conduções e enfrentar o trânsito. As empresas de ônibus da região precisam disponibilizar linhas para aquela região. Fernanda Oliveira, via WhatsApp.

Motos na contramão 
A Rua Colina é uma via de mão única, mas muitas vezes vejo motoqueiros fazendo o percurso na contramão. É um perigo porque com essa imprudência, a qualquer momento, pode ter um acidente! Lorena Cruz, via WhatsApp.

Poda urgente!
Uma praça que fica entre as ruas Manoel Assunção e Sidney Muller, no Jardim Guanabara, está com péssima iluminação por causa dos galhos das árvores que escondem as lâmpadas. Maria Dolores, na redação.

BRT Fundão
Está muito perigoso se arriscar a noite no BRT do Fundão. Além do pouco movimento, o que já gera certo medo, não há uma boa iluminação. Assim, o lugar fica mais vulnerável à violência. Gabriela Maia, via WhatsApp.

Barcas!
Gostaria de saber se o problema dos ônibus da Paranapuan nunca serão resolvidos? Várias vezes passo horas esperando as linhas Bananal x Castelo e nem o frescão consegue suprir a demanda. Nós moradores precisamos que as barcas voltem a circular novamente o dia todo. Daniel Carreiro, via Facebook.

Falsos flanelinhas
Parece que em toda a Ilha, o desrespeito é o que prevalece na hora de estacionar o carro. As poucas vagas que existem são dominadas por falsos flanelinhas que muitas vezes não possuem talão da prefeitura, mas obrigam os motoristas a pagar para estacionar. Isabele Escard,via WhatsApp.

Posto Extra 
É péssimo o que os clientes do posto Shell que fica na Estrada do Galeão, 2540, ao lado do Habibs, fazem com os moradores da rua ao lado. Os motoristas fazem filas enormes para abastecer seus carros e acabam atrapalhando a entrada dos moradores da Rua Travessa Atalanta. Peço para que a administração do posto resolva essa situação. Paulo Veridiano, na redação.

Mato alto
O mato está muito alto na Rua Teodoro Braga, atrás do Ilha Plaza Shopping, o que atrai muitos mosquitos e dificulta a passagem das pessoas. Cadê a Comlurb? Vanda Caetano, via WhatsApp.

Abandono de carros
Vários carros velhos estão abandonados há muito tempo próximo à Praia das Pelônias, nos Bancários, e apesar de vários pedidos de retirada, eles continuam no local acumulando muita sujeira, lacraias, baratas e ratos. Rose Pinheiro, na redação.

Linha 634
Na terça-feira (17), fiquei mais de 40 minutos esperando o ônibus 634, da empresa Paranapuan, passar. Todos as outras linhas da Ilha estavam normais. Esta é a única que faz a conexão direta para a Tijuca e este problema a demora não é de hoje. Luana Almeira, via Facebook.

Francisco Neves
A Rua Francisco Neves, na Portuguesa, está precisando de um choque de ordem, pois está cheia de carros abandonados. Parece até ferro velho ou desmanche de carros e nada é feito. Se fosse uma avenida principal, já teriam tomado providências. Pedro Santos, na redação.

Calçada destruída
O trecho do calçadão da Praia da Bica em frente ao Isla Pub está destruído por uma raiz de árvore. Pedestres com carrinhos de bebê, pessoas idosas e cadeirantes não conseguem passear na calçada. Eduarda Romano, via WhatsApp.

Medo à noite
Está muito complicado andar à noite em várias partes do Jardim Guanabara. Já vi duas vezes pedestres sendo atacados. Amo a Ilha, mas estou com medo de andar por aqui à noite. Gabriela Rezende, via Facebook.

Estacionamentos 
Precisamos repensar urgente sobre os estacionamentos na Ilha. A maioria deles são privados e cobram um valor alto e não dão respaldo algum se acontecer danos no seu carro. E o pior, parece que a Guarda Municipal não perdoa, bobeou, aplica multa. Ricardo Eudiz, via WhatsApp.

Paralelepípedos
Na subida da Rua Macari, no Jardim Guanabara, alguns paralelepípedos estão soltos, o que pode provocar acidentes a qualquer momento. Beatriz Manhã, via Facebook.

Cocotá sem sinal
Está cada dia mais difícil atravessar na Rua Tenente Cleto Campelo, em frente ao Esporte Clube Cocotá, por causa da falta de semáforo. As crianças e idosos se arriscam todos os dias para atravessarem na via que é bem movimentada e ninguém toma uma providência. Fabiana Campos, via Facebook.

Madrugadas vazias
É quase impossível pegar ônibus ou van de madrugada na Ilha. Ônibus praticamente não existem e poucas vans circulam. Infelizmente precisamos gastar mais porque temos que recorrer aos táxis e ubers. Katherine Dias, via WhatsApp.



Veja Também

Boca no Trombone - Na Praia da Bandeira, antes do Detran, a contenção vai desmoronar a qualquer momento. As autoridades foram avisadas, mas só vão fazer algo quando tudo for ao chão. Temos que torcer para que ninguém se machuque ou tenha alguma vítima fatal. O aviso foi dado, está muito perigoso ali. Getulio Vargas, via Facebook.

Boca no Trombone - Passei por uma situação péssima no Posto Cambaúba. Fui abastecer no posto e saí normalmente, quando cheguei em casa meu carro não ligava de jeito nenhum. Depois de três horas tentando descobrir o problema do carro, o mecânico constatou que a gasolina estava podre. Quando reclamei no posto, fui completamente ignorado e não fui ressarcido do meu prejuízo. Julia Souza, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O ponto final de van, nas esquinas da Rua do Romancista com a Rua Magno Martins, está causando uma bagunça no local. As vans estacionam em cima da calçada, os motoristas agem com falta de respeito e falam palavrões alto. Além disso, os veículos atrapalham a visibilidade. Estamos desesperados. Bruna Carvalho, na redação.

Boca no Trombone - É comum ver pessoas, muito debilitadas, deitadas embaixo da passarela da Portuguesa, durante os dias de semana. São pessoas que estão sem tomar banho, pedem esmolas e comida. Embora estejam visivelmente doentes não aceitam ajuda para serem transferidas para o abrigo público onde poderiam ter a garantia de alimentação e coisas básicas para viver. Como fazer? Talvez alguma instituição de caridade as possa ajudar. Josefa Donewisk, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Tumulto escolar Veículos causam tumulto próximo ao Colégio Iglesias. Carros chegam da Rua Babaçu e se encontram com os carros da Rua Abélia nos horários escolares. Peço bom senso dos responsáveis para deixarem seus filhos sem atrapalhar o trajeto dos carros que necessitam transitar pelo local. Andrea Libonati, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Precisamos de candidatos que realmente façam algo pela Ilha do Governador. Todas eleições prometem e nada muda. Como pode uma ilha não ter o transporte marítimo como seu principal modal de transporte? Não temos barcas nos finais de semanas e, durante semana, apenas seis horários. Geraldo Campos, via WhatsApp.


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