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Perigo de assalto agora é constante nas ruas Grão de Areia e Antonio Nascimento
 
Perigo de assalto agora é constante nas ruas Grão de Areia e Antonio Nascimento

As ruas Antônio Nascimento e Grão de Areia, no Jardim Guanabara, são alvos constantes de assaltos a transeuntes, casas e veículos. O grande movimento de pessoas e carros durante o dia e a falta de policiamento ostensivo na região contribui para que os bandidos na maioria das vezes saiam impunes.

O publicitário Rafael Martinho teve o carro arrombado e o rádio roubado dia 7, no estacionamento das Casas Bahia, que fica entre as duas ruas, e que não é vigiado por nenhum segurança da empresa. De acordo com o gerente das Casa Bahia, só há um segurança que fica dentro da loja e o estacionamento é liberado não só para clientes como para toda a população.

- Estacionei o carro às 9h e quando fui buscá-lo às 12h o vidro estava quebrado, o rádio furtado e todas as minhas coisas remexidas- disse Rafael.

Casos como esses são corriqueiros, de acordo com os moradores, os ladrões vêem o lugar viável para qualquer tipo de roubo.

- Se de dia é perigoso, à noite é pior. Já fui assaltada três vezes e minha mãe e meu irmão duas vezes, todas na Rua Grão de Areia. A rua é escura e nunca vejo um carro de polícia passar. Aqui é ponto certo dos marginais - disse indignada a estudante de medicina, Luíza Cabral.

O comandante do 17ºBPM, Célio da Cunha, explicou que a maioria dos assaltos são feitos por bandidos de fora da Ilha e que vai iniciar blitz diárias na entrada e saída da Ilha: “As ruas do Jardim Guanabara são as mais assaltadas porque além de serem desertas e mal iluminadas, é onde se concentra o maior poder aquisitivo do bairro”, disse o Comandante que prometeu aumentar para três o número de viaturas que fazem a segurança da região.

Depoimentos:

“Minha já casa foi assaltada. Os ladrões estavam usando até metralhadora. Depois das 20h é impossível andar nessas ruas sozinha.” Tereza Daniel, moradora da Rua Grão de Areia.

“Os seguranças particulares não são suficientes para nos sentirmos protegidos. Infelizmente estamos à mercê desses marginais”. Roberto Franco, morador da Rua Aylton Vasconcelos.
 
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Ano XXXII - Edição 1359
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