Matérias
Traficantes levam pânico às ruas
5º Café da Manhã com Empresários
Farmácia Samuel Hahnemann celebra 25 anos com palestra do fundador
Festa junina da Creche-Escola Gira Girassol na Portuguesa é sucesso
Notinhas 1
Mendigos ocupam praças públicas e impedem o lazer dos moradores
Notinhas 2
Cordão da Bola Preta faz festa na União da Ilha
Alma Carioca: show de MPB dia 6 na Casa de Cultura
Jorge Negrão e Rodrigo Caverna são destaques no caratê e no jiu-jítsu
Gran Circo Internacional volta à Ilha com atrações sensacionais
Homem é morto com 2 tiros na cabeça
Pichadores invadem casas à noite e vandalizam fachadas
 
Mendigos ocupam praças públicas e impedem o lazer dos moradores

Calçadas, passarelas, estabelecimentos comerciais desocupados e praças públicas. Esses são alguns lugares onde podem ser encontrados diversos mendigos, que transformam muitas dessas áreas em seus lares, dormindo, fazendo refeições, enfim, vivendo, em condições até subumanas.

A Praça Gabriel de Novaes, mais conhecida como Praça dos Bancários, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, é um exemplo. Lá, homens e mulheres ocupam parte do lo-gradouro usando bancos e mesas de concreto para fazer refeições e conversar, enquanto a mureta de proteção e as calçadas são improvisadas como “cama”.

— Tenho medo de levar meus filhos para brincar ali por causa dos mendigos. A maioria fica bebendo. Certa vez uma mulher do grupo começou a jogar lixo pela praça toda e não parava de gritar, parecia uma louca — contou a costureira Elisabete Rocha.

Outro local feito como moradia é o Corredor Esportivo do Moneró. Segundo contou o estudante de Jornalismo Luís Almeida, equipe da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social esteve na área para retirá-los, mas tempos depois alguns acabaram voltando.

— Eles tinham cachorros, sofá, colchões, e eram muitos, faziam o local de moradia mesmo. Pensei que tivessem conseguido tirá-los de lá, mas já tem gente “morando” de novo — denunciou.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Social, as ações para retirada de mendigos das ruas são feitas com o apoio da Guarda Municipal, subpre-feitura, Comlurb, assistentes sociais e psicólogos, e em alguns casos têm a participação da Polícia Militar e integrantes do Juizado de Menores. Na Ilha, eles são encaminhados para o Centro Municipal de Atendimento Social Integrado - Cemasi Stella Maris, no Galeão, onde são inseridos em projeto da prefeitura que oferece abrigo provisório e cursos profissionalizantes.
 
Capa
Ano XXXI - Edição 1322
Colunas & Seções
Clubes & Associações
ACM-Ilha
Copyright © 2000 - 2003 Ilha Notícias. Todos os direitos reservados